Poesia ao acaso, em tempos de solidão

Dia longo e vazio,
a alma do poeta
se esvai…
O olhar de tantos
Encantamentos
entristece…
E o corpo de tantas
batalhas
se curva…
Incertezas no ar,
vento gelado,
amores e amigos que se vão
devido a pandemia da Covid
O mundo ficou diferente
Outros olhares.
Distâncias preservadas
Cuidados redobrados
Ao longe, os raios
do sol traz um
amarelado entardecer…
Na Casa do Poeta,
Paraíso Encantado,
as folhas forram a grama
com cores marrom…
Vento oeste,
muito estranho…
Mas navegar é preciso
é tempo de solidão!
Nesses dias,
as duas verdades políticas
não convivem harmoniosamente.
Como mudamos!
Que pena!

Poeta Casimiro Neto. Casa do Poeta/ Paraíso Encantado/Turiúba-SP.
Em tempos de pandemia. Muitas mortes e hospitais superlotados
06 de novembro de 202
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